-
Bolsonaro tem melhora da função renal, mas segue sem previsão de alta
-
Equador inicia 15 dias de operações antidrogas com apoio dos EUA
-
Chanceler do Irã 'não vê nenhuma razão' para negociar' com EUA
-
Forças israelenses matam duas crianças e seus pais na Cisjordânia
-
Zelensky denuncia 'chantagem' europeia para reabrir oleoduto que transporta petróleo russo
-
Uefa anuncia cancelamento da Finalíssima entre Argentina e Espanha
-
Irã adverte que se outros países intervierem a guerra se ampliará
-
Chegou o Oscar: 'Uma Batalha Após a Outra' e 'Pecadores' travam o último duelo
-
Trump diz que ainda não há condições para acordo com Irã
-
Kimi Antonelli (Mercedes), de 19 anos, vence GP da China de F1
-
Alcaraz perde para Medvedev nas semis de Indian Wells, sua 1ª derrota do ano
-
Real Madrid vence Elche (4-1) e coloca pressão sobre líder Barça
-
Arsenal vence Everton (1-0) e acelera rumo ao título; City não consegue seguir ritmo
-
Sinner vence Zverev e vai disputar sua 1ª final de Indian Wells
-
Atlético de Madrid vence Getafe (1-0) e reassume 3º lugar no Espanhol
-
Arsenal derrota Everton (1-0) e acelera rumo ao título; Newcastle vence Chelsea
-
Trump diz que outros países 'devem se ocupar' da segurança do Estreito de Ormuz
-
Lens é derrotado na visita ao Lorient (2-1) e perde chance de tomar liderança do PSG
-
Inter de Milão tropeça em casa contra Atalanta (1-1)
-
Perdas humanas na guerra do Oriente Médio
-
Bolsonaro segue estável, mas sua função renal piorou
-
Embaixada dos EUA é atacada e bombardeios a grupo pró-Irã matam três no Iraque
-
Bayern de Munique arranca empate (1-1) contra Leverkusen; Dortmund vence, mas continua distante
-
Trump quer envolvimento internacional para garantir tráfego no Estreito de Ormuz
-
Ministro do Esporte da Rússia defende reintegração de atletas, hino e bandeira nos Jogos Paralímpicos
-
Israel afirma que guerra contra Irã entra em 'fase decisiva'
-
Defesa Civil de Gaza reporta seis mortos em ataques israelenses
-
'Branca de Neve' e 'Guerra dos Mundos' levam Framboesa de Ouro
-
Morre, aos 96 anos, o filósofo alemão Jürgen Habermas
-
Trump pede que outros países enviem forças navais ao Estreito de Ormuz
-
Quem vai levar o Oscar de Melhor Filme? Confira os dez indicados
-
Coreia do Sul acusa Pyongyang de lançar cerca de 10 mísseis balísticos não identificados
-
Ataque à embaixada dos EUA e três mortos em bombardeios contra grupo pró-Irã no Iraque
-
Antonelli se torna, no GP da China, o mais jovem da história a conquistar pole position
-
Brasil e Paraguai impulsionam relações após tensão diplomática
-
Presidente da Venezuela pede fim de sanções dos EUA em reunião com missão colombiana
-
EUA bombardeia principal centro petrolífero do Irã no Golfo
-
Homem que atacou sinagoga nos EUA deu um tiro na cabeça (FBI)
-
Olympique de Marselha vence Auxerre e se consolida em 3º no Francês
-
Cuba confirma 'negociações' com EUA e inicia libertação de presos
-
Bolívia captura um dos narcotraficantes mais procurados do Cone Sul
-
Roma recebe sinal verde para construir novo estádio que pode ser usado na Euro 2032
-
Lula revoga visto de assessor dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Fornecimento de gás é retomado no Peru após semanas de racionamento
-
Cássio sofre grave lesão no joelho esquerdo e terá que fazer cirurgia
-
Ucrânia inaugura embaixada no Panamá, um parceiro fundamental
-
GPs de F1 do Bahrein e da Arábia Saudita devem ser 'cancelados ou adiados'
-
Em ano eleitoral, Lula revoga visto de assessor dos EUA que queria visitar Bolsonaro
-
Fortes explosões abalam o Irã durante manifestação com autoridades
-
Marset, um dos narcotraficantes mais procurados do Cone Sul, é capturado na Bolívia
Príncipe Harry diz à Justiça que jornal sensacionalista 'grampeou' seu telefone
O príncipe Harry se tornou, nesta terça-feira (6), o primeiro membro da realeza britânica a testemunhar em um tribunal em um século, afirmando, apesar de não poder comprovar, que um jornal sensacionalista obteve informações sobre sua vida grampeando seu telefone.
Vestindo terno cinza e camisa branca, o filho caçula de Charles III, de 38 anos, testemunhou por cinco horas na Alta Corte de Londres, que julga, desde 10 de maio, um processo contra o Mirror Group Newspapers (MGN).
Harry, dois atores de televisão e a ex-esposa de um comediante acusam este grupo, editor do jornal Mirror e da revista Sunday People, entre outras publicações, de obter detalhes sobre suas vidas entre 1996 e 2011 por meio de métodos ilegais, incluindo grampos telefônicos.
"Minhas mensagens de voz continham informação incrivelmente particular e delicada", afirmou.
Por exemplo, "não sei como poderiam saber meus planos de voo que nunca eram anunciados pelo Palácio por motivos de segurança", lançou a Andrew Green, o advogado do MGN que durante todo o dia o questionou sobre 20 das 33 reportagens analisadas pela Justiça.
Pela manhã, o príncipe se mostrou confuso e hesitante, mas na parte da tarde adotou uma postura mais combativa.
Ele garantiu que chamou de "hipócrita de merda" Paul Barrell, o ex-mordomo de sua mãe, a princesa Diana, em uma mensagem de voz em 2003 a seu irmão, o príncipe William. Esta expressão apareceu posteriormente na imprensa, mas ele afirmou não lembrar detalhes "depois de tanto tempo".
Esta minuciosa oitiva revelou informações íntimas como a reação de seu pai ao seu consumo de drogas, a vigilância secreta ordenada por sua avó, Elizabeth II, durante seu ano sabático na Austrália e as relações com sua ex-namorada, a zimbabuense Chelsy Davy, a partir de 2004.
"Se a relação com Chelsy era pública, seus detalhes deveriam permanecer privados", afirmou. "O nível de detalhes destas reportagens, é, no mínimo, constrangedor", destacou.
- "Atividade ilegal" -
O príncipe admitiu que muitas dessas informações foram publicadas por outros veículos e confirmadas por fontes da realeza.
Mas acusou o Mirror de ir além, obtendo informações por meios ilegais, o que não pode comprovar porque as provas "foram ocultadas ou destruídas".
Os quatro autores da ação pedem indenizações por perdas e danos ao MGM pelo impacto que as publicações tiveram sobre eles.
Harry denunciou "a invasão da imprensa durante a maior parte da minha vida até o dia de hoje".
“Cada uma dessas notícias me causou sofrimento”, declarou.
"Outras pessoas, amigos, colegas de escola liam as matérias e seu comportamento mudava", afirmou. Isso o deixou "paranoico" em suas relações, desconfiando de qualquer pessoa, e levou-o a reduzir seu círculo de amizades.
"Todo mundo lamenta a intromissão da imprensa em sua vida, mas isso não quer dizer que tenha sido resultado de uma atividade ilegal", destacou Green.
No início do processo, o MGN reconheceu "alguns indícios" de obtenção ilícita de informação e pediu desculpas, mas negou ter interceptado mensagens de voz.
- Crítica ao governo -
O príncipe, quinto na linha de sucessão ao trono, ainda assim fez uma incomum crítica aos laços entre a imprensa e o Executivo britânico.
“Nosso país é julgado globalmente pelo estado da nossa imprensa e do nosso governo, e acho que ambos estão no nível mais baixo”, afirmou.
“A democracia fracassa quando a imprensa não escrutina, nem exige responsabilidades do governo e, em vez disso, escolhe ir para a cama com eles para garantir o status quo”, acrescentou.
O duque de Sussex não voltava ao país desde a cerimônia de coroação do pai, em 6 de maio, à qual compareceu sem a esposa, a atriz americana Meghan Markle. Partiu logo após o evento, retornando para os EUA, onde o casal mora desde que abdicou de seus compromissos reais em 2020.
Seu depoimento nesta terça-feira é o primeira de um membro da realeza britânica desde Edward VII, que testemunhou em um julgamento por difamação em 1891, antes de assumir o trono.
D.Sawyer--AMWN