-
Irã ameaça atacar infraestruturas energéticas após ultimato de Trump
-
Barcelona vence Rayo Vallecano e abre 7 pontos do Real Madrid antes de clássico com Atlético
-
Cruzeiro anuncia Artur Jorge como novo técnico
-
O bloqueio do Estreito de Ormuz em números
-
França realiza segundo turno de disputadas eleições municipais
-
Itália vota em referendo uma controversa reforma judiciária
-
Primeiro-ministro chinês promete expandir o 'bolo' do comércio mundial
-
Show do BTS reuniu mais de 100 mil pessoas na capital sul-coreana
-
PSG goleia Nice e recupera liderança do Campeonato Francês
-
Liverpool e Chelsea perdem e abrem caminho para Aston Villa em luta por vaga na Champions
-
Irã ataca instalação nuclear em Israel
-
Milan vence Torino e recupera vice-liderança do Campeonato Italiano
-
De Gaza ao Líbano, o cirurgião que opera crianças feridas na guerra
-
Guerra de Trump contra Irã abala indecisos às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Bayern goleia Union Berlin e segue líder isolado do Alemão
-
EUA afirma ter destruído instalação iraniana no Estreito de Ormuz
-
Arsenal x City: o discípulo Arteta e o professor Guardiola duelam pela Copa da Liga Inglesa
-
Arbeloa diz que Mbappé está '100%' antes de clássico contra Atlético de Madrid
-
Hezbollah confirma confrontos com exército israelense em duas cidades do sul do Líbano
-
Borussia Dortmund renova contrato do capitão Emre Can, apesar de lesão
-
Liverpool perde para Brighton e segue fora do G4 no Inglês
-
Reis do k-pop BTS fazem show de retorno em Seul
-
Iranianos celebram fim do Ramadã sem Khamenei
-
Lens goleia Angers (5-1) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Juiz dos EUA declara restrições do Pentágono à imprensa como inconstitucionais
-
EUA autoriza venda e entrega de petróleo iraniano carregado em navios
-
Napoli sofre mas vence na visita ao Cagliari (1-0) e assume vice-liderança da Serie A
-
Manchester United fica em vantagem duas vezes, mas cede empate na visita ao Bournemouth (2-2)
-
Villarreal vence Real Sociedad (3-1) e sobe provisoriamente ao 3º lugar no Espanhol
-
Trump prevê 'reduzir' operações militares contra o Irã
-
Venda de maconha a turistas, uma 'mudança possível' no Uruguai
-
RB Leipzig goleia Hoffenheim (5-0) e assume 3º lugar no Alemão
-
PIB da Argentina cresceu 4,4% em 2025
-
Troféu da Copa do Mundo visita Chichén Itzá, berço do jogo de bola maia
-
Três homens são presos na França por suspeita de abuso sexual em escolas
-
Guerra ameaça protagonismo do Golfo no mapa esportivo global
-
Presidente colombiano é investigado nos EUA por suposta ligação com narcotraficantes
-
Jonathan Wheatley deixa chefia da Audi F1 e pode se transferir para Aston Martin
-
Khamenei afirma que Irã desferiu 'golpe fulminante' no inimigo
-
Lesionado, Mohamed Salah vai desfalcar Liverpool e Egito
-
Joan García está entre as novidades na lista de convocados da Espanha para amistosos de março
-
Ex-ministro da Segurança da Costa Rica acusado de narcotráfico é extraditado para os EUA
-
Argentina vai enfrentar Mauritânia em amistoso em Buenos Aires no dia 27 de março
-
Líder supremo Mojtaba Khamenei afirma que Irã desferiu 'golpe fulminante' no inimigo
-
Ernesto Valverde deixará cargo de técnico do Athletic Bilbao no final da temporada
-
Jihadista francês é condenado à prisão perpétua pelo genocídio de yazidis
-
Governo dos EUA processa Harvard por permitir o 'antissemitismo'
-
Fracassam novas investigações no caso contra chileno Zepeda por homicídio na França
-
Nadador australiano McEvoy bate recorde mundial nos 50m livre, que pertencia a César Cielo
-
Tuchel surpreende com lista de 35 convocados para amistosos da Inglaterra contra Uruguai e Japão
Juíza arquiva caso contra Trump por interferência eleitoral
Uma juíza aceitou, nesta segunda-feira (25), arquivar o caso contra Donald Trump pela suposta tentativa de alterar o resultado das eleições de 2020, nas quais foi derrotado por Joe Biden.
A juíza federal Tanya Chutkan seguiu as recomendações do promotor especial Jack Smith, que optou por cumprir a política adotada há mais de 50 anos pelo Departamento de Justiça de não processar um presidente em exercício.
Smith também desistiu de processar o magnata republicano por guardar consigo documentos classificados depois de deixar a Casa Branca, o outro caso federal que ele tinha pendente.
Desde as eleições de 5 de novembro, Donald Trump, que tomará posse em 20 de janeiro, dava como certo que se livraria desses dois casos.
No primeiro, em Washington, a juíza Chutkan aprovou rapidamente o pedido de Jack Smith para arquivar as acusações, sem pré-julgar se elas devem ser retomadas ao final do mandato do republicano de 78 anos.
Esta recomendação é "coerente com a interpretação da promotoria de que a imunidade concedida a um presidente em exercício é temporária, expirando quando ele deixa o cargo", disse.
O promotor especial já tinha cancelado todas as datas do calendário judicial para os dois casos, estabelecendo como prazo o dia 2 de dezembro para "analisar esta situação sem precedentes".
O Departamento seguiu a política de não processar um presidente em exercício desde 1973, em pleno escândalo do Watergate, mas o caso de Trump, eleito presidente após ser processado criminalmente, é inédito.
- 'Circunstâncias' -
Smith pediu à juíza Chutkan que arquivasse a acusação, mas deixou em aberto a possibilidade de o caso ser retomado quando Trump deixar o cargo, a princípio em 2029.
A posição sobre "a acusação contra o réu não mudou", ressaltou Smith na apresentação à juíza. "Mas as circunstâncias, sim", acrescentou.
"Há muito tempo, a posição do Departamento de Justiça tem sido de que a Constituição dos Estados Unidos proíbe a acusação federal e o subsequente julgamento penal de um presidente em exercício", explicou o promotor especial.
O presidente eleito é acusado de conspiração para fraudar os Estados Unidos e obstruir um procedimento oficial, ou seja, a sessão do Congresso para certificar a vitória de Biden, interrompida em 6 de janeiro de 2021 por um ataque de apoiadores do republicano ao Capitólio.
Trump também é acusado de tentar privar os americanos de seu direito ao voto com suas falsas afirmações de que venceu as eleições de 2020.
- 'Grande vitória' -
"O povo americano e o presidente Trump querem um fim imediato à politização do nosso sistema judicial e esperamos unir nosso país", afirmou Cheung em comunicado.
No caso dos documentos confidenciais, na Flórida, Smith invoca o mesmo princípio para desistir de recorrer à decisão de uma juíza que já havia determinado o arquivamento do processo.
Neste caso, um dos quatro processos penais abertos contra ele, Trump era acusado de colocar em perigo a segurança nacional ao manter documentos, incluídos planos militares e informação sobre armas nucleares, em sua mansão, ao invés de entregá-los ao Arquivo Nacional.
Uma vez na Casa Branca, Donald Trump poderia nomear um novo procurador-geral que destitua Jack Smith ou simplesmente ordene ao Departamento de Justiça que retire as acusações contra ele.
Trump enfrenta outros dois casos: um em Nova York e outro na Geórgia.
Em maio, o presidente eleito foi condenado em Nova York por 34 acusações de falsificação de documentos contábeis para encobrir um pagamento à atriz pornô Stormy Daniels às vésperas das eleições de 2016, com o objetivo de evitar que ela revelasse uma suposta relação sexual entre os dois.
O juiz Juan Merchán adiou a sentença e analisa um pedido dos advogados de Trump para que a condenação seja anulada à luz de uma decisão da Suprema Corte, que afirmou em julho que os presidentes possuem ampla imunidade no exercício de suas funções.
Na Geórgia, Trump enfrenta acusações de crime organizado por supostamente tentar alterar os resultados das eleições de 2020 neste estado do sul do país.
É muito provável que este caso permaneça suspenso enquanto o republicano estiver no cargo devido à política de não processar um presidente em exercício.
F.Bennett--AMWN