-
Autor de ataque contra mercado de Natal na Alemanha é condenado à prisão perpétua
-
Presidente do Equador decreta feriado após vitória sobre a Alemanha na Copa do Mundo
-
Equipes internacionais chegam à Venezuela para ajudar na busca por sobreviventes
-
ONU emite alerta sobre 'aumento sem precedentes' de novas drogas sintéticas no mundo
-
Papa inicia consistório com mensagem contra a guerra
-
O que se sabe sobre as vítimas estrangeiras dos terremotos na Venezuela
-
努莎·奧貝爾與迪特馬爾·沃伊德克 波茨坦如何辜負一名重度殘障幼兒
-
Нуша Аубель и Дитмар Войдке: как Потсдам бросает на произвол судьбы малыша с тяжелой формой инвалидности
-
Noosha Aubel e Dietmar Woidke: Como Potsdam abandona uma criança pequena com deficiência grave
-
Já classificado para os 16-avos da Copa, EUA perde para Turquia (3-2) no último minuto
-
Austrália vai aos 16-avos após empatar (0-0) com Paraguai, que terá de esperar outros resultados
-
Hervé Renard deixa futuro em aberto na Tunísia: 'Missão muito curta'
-
Pressionada, Bélgica tem missão de evitar eliminação na Copa contra Nova Zelândia
-
Japão empata com Suécia (1-1) e será adversário do Brasil nos 16-avos da Copa
-
Países Baixos vencem Tunísia (3-1) e avançam aos 16-avos da Copa em 1º lugar do Grupo F
-
Hamilton quer seguir à caça de Antonelli na Áustria
-
Técnico da Espanha destaca 'qualidade tremenda' da Copa do Mundo de 2026
-
EUA diz querer acordo com Irã, mas não "a qualquer preço"
-
Equador queria vaga no mata-mata antes, mas 'é melhor assim', diz Plata
-
Resgatadas sem os pais, crianças são atendidas em Caracas após terremotos
-
França quer deixar Deschamps 'orgulhoso' em jogo contra Noruega, diz Tchouaméni
-
Borja Iglesias, o atacante espanhol que 'não tem papas na língua'
-
Costa do Marfim vence Curaçao (2-0) e avança em 2º aos 16-avos da Copa
-
Equador vence Alemanha (2-1) e vai aos 16-avos da Copa do Mundo
-
Luka Doncic inicia em Roma carreira como proprietário de clube de basquete
-
Clube histórico da Alemanha, 1860 Munique está à beira da falência
-
Charles III pagou quase US$ 40 milhões em impostos desde que subiu ao trono
-
Patrik Schick se aposenta da seleção tcheca após fiasco na Copa do Mundo
-
Alonso não confirma se continuará na F1 em 2027: 'Tenho muitas opções'
-
Juan Manuel Cerúndolo é eliminado nas quartas de final em Eastbourne
-
Governo Milei sofre revés judicial por cortes de fundos para universidades
-
Ganha força boato sobre casamento de Taylor Swift na próxima semana em NY
-
'Alcatraz dos Jacarés' fecha as portas nos EUA
-
Osaka supera Alexandrova nas quartas de final de Bad Homburg
-
Fifa abre portas para participação da Rússia em competição juvenil
-
Francesa Stéphanie Frappart é nomeada responsável por arbitragem da Uefa
-
França e Itália querem substituir Unifil por coalizão multinacional no Líbano
-
EUA diz não querer acordo com Irã "a qualquer preço"
-
Uruguai e Espanha brigam por classificação na Copa em um disputado Grupo H
-
Países do mundo todo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos mortais
-
Mbappé vs Haaland, o duelo entre artilheiros na Copa do Mundo
-
Acusação contra Harvey Weinstein é retirada em caso de estupro nos EUA
-
Estéban Lepaul, artilheiro da Ligue 1, renova com o Rennes
-
Suprema Corte dos EUA decide que governo pode rejeitar pedidos de asilo na fronteira
-
Parques de Paris viram 'hotéis' na noite mais quente registrada na França
-
Sul-africanos vão às ruas para celebrar classificação histórica na Copa do Mundo
-
Mais de 100 milhões de europeus sofrem impacto de onda de calor mortal
-
Inflação dos EUA sobe a 4,1% em maio, maior nível em três anos
-
Ministra sueca rompe barreiras ao participar de reuniões da UE com seu filho nos braços
-
Reformas em Cuba: guinada ao modelo chinês ou ao capitalismo oligárquico?
Manifestantes pró-União Europeia mantêm mobilização na Geórgia
Milhares de manifestantes partidários da adesão da Geórgia à União Europeia (UE) se concentraram, na noite desta segunda-feira (2), em frente ao Parlamento em Tibilissi pelo quinto dia consecutivo, mas foram dispersos pela polícia, em um momento em que a crise se aprofunda neste país do Cáucaso.
Horas antes, o primeiro-ministro georgiano, Irakli Kobakhidze, prometeu "não negociar" com a oposição, indignada com a decisão do partido governista Sonho Georgiano de adiar os diálogos de adesão à UE, após ser proclamado vencedor das eleições de 26 de outubro.
Esse partido, no poder desde 2012, é acusado por seus críticos de ter um viés autoritário pró-russo.
A Geórgia está mergulhada em uma crise política desde que o Sonho Georgiano proclamou vitória nas legislativas, em meio a denúncias de fraude da oposição e da presidente pró-Ocidente, Salomé Zurabishvili.
Nesta segunda, manifestantes agitaram bandeiras da Geórgia e da União Europeia em frente ao Parlamento, epicentro das tensões, constatou uma jornalista da AFP.
Assim como ocorreu no domingo, as forças de segurança, dispostas em frente ao edifício, usaram jatos d'água para dispersá-los.
Em seguida, reprimiram os manifestantes que ocupavam a praça em frente ao Parlamento, mas milhares continuaram marchando pela avenida Rustavi por volta da 00h30 de terça-feira (17h30 de segunda, horário de Brasília), segundo correspondentes da AFP.
Milhares de manifestantes pró-UE se uniram na cidade portuária de Batumi, a segunda do país, noticiaram veículos de comunicação locais.
Kobakhidze, acusado por seus críticos de ser pró-russo, afirmou, nesta segunda, que os protestos são "financiados pelo exterior" e prometeu que "não haverá revolução na Geórgia".
Ele criticou os países ocidentais por não condenarem a "violência organizada" durante as marchas e pelas críticas contra o uso excessivo da força por parte da polícia.
- Protestos continuam -
Em Tibilissi, os manifestantes se declararam decididos a não voltar atrás.
"Não nos importam suas ordens, violam a lei todos os dias", declarou à AFP Giorgi, de 35 anos. "Temos que ficar aqui e protestar contra essa ditadura que se avizinha".
A presidente Zurabishvili afirmou, nesta segunda, que a mobilização pró-UE não dá sinais de "parar" no país.
"Outra noite impressionante na qual os georgianos defenderam firmemente sua Constituição e sua eleição europeia", escreveu na rede social X.
"A determinação nas ruas não dá mostras de parar", assegurou a presidente, que tem poderes muito limitados e esta em ruptura com o governo.
O partido Sonho Georgiano decidiu, na semana passada, adiar para 2028, as negociações de adesão à União Europeia.
Isso desencadeou protestos maciços contra ele, apesar de a situação sustentar que quer que o país integre a UE até 2030.
A adesão ao bloco europeu consta da Constituição do país, de 11 milhões de habitantes, situado às margens do Mar Negro.
- Mais de 200 detidos -
No domingo, os manifestantes se concentraram em Tibilissi e outras cidades, onde foram dispersos com jatos d'água e gases lacrimogêneos pela polícia, que foi alvo de projéteis e rojões disparados por alguns manifestantes.
O Ministério do Interior informou, nesta segunda, que 21 policiais ficaram feridos nos protestos e distúrbios na mobilização de domingo.
Desde que as manifestações começaram, na quinta-feira passada, mais de 200 pessoas foram detidas, segundo o Ministério.
O movimento de protesto não tem líderes, mas os georgianos mobilizados se dizem determinados a continuar defendendo a aproximação do país da Europa.
Veículos locais reportaram, nesta segunda, paralisações em escolas e empresas. Universidades e escolas "expressam sua solidariedade com os manifestantes em todas as partes da Geórgia", comemorou a presidente Zurabishvili.
Kobajidze descartou convocar novas eleições após a vitória do Sonho Georgiano. "Obviamente que não", respondeu a jornalistas que lhe perguntaram a respeito.
Durante os protestos de domingo, a multidão repetiu palavras de ordem hostis a Moscou.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, declarou, nesta segunda-feira, que o governo georgiano tenta "recuperar a calma".
A Geórgia ainda está muito marcada pela invasão russa em uma breve guerra em 2008 e pela ameaça de uma nova ofensiva, como a da Ucrânia.
A ex-república soviética obteve o status de candidata a integrar a UE em dezembro de 2023, mas o processo foi congelado por Bruxelas, que acusa o Executivo georgiano de adotar medidas que minam a democracia.
Th.Berger--AMWN