-
Torcida argentina faz bandeiraço em Kansas antes da estreia na Copa do Mundo contra a Argélia
-
Comunidade iraniana em Los Angeles protesta contra sua seleção na Copa do Mundo
-
Irã e Nova Zelândia empatam (2-2) em Los Angeles na estreia na Copa do Mundo
-
Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026
-
Queda de bombardeiro em base militar deixa oito mortos nos EUA
-
Uruguai empata com Arábia Saudita (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Cacique Raoni volta a ser internado; estado de saúde é grave
-
Oito pessoas presumidas mortas em queda de bombardeiro nos EUA
-
Guerra com Irã não deixa vencedores claros, dizem especialistas
-
Governador da Califórnia acusa Trump de investigá-lo por vingança
-
Hezbollah diz que repeliu força israelense no sul do Líbano
-
Haaland está pronto para causar um "grande impacto" na Copa do Mundo, diz técnico norueguês
-
Reino Unido vai fornecer combustível nuclear à Ucrânia e endurecer sanções contra Rússia
-
Brasil treina sem Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Magalhães
-
Mbappé chega à Copa do Mundo com contas pendentes e recordes no horizonte
-
SpaceX tem arrecadação recorde em estreia na bolsa
-
Bélgica empata com Egito (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Messi 'será ainda mais fundamental' nesta Copa do Mundo, prevê Scaloni
-
Cacique Raoni volta a ser internado em UTI; estado de saúde é grave
-
Vozinha, o goleiro que parou a Espanha na Copa do Mundo
-
Inglaterra tem talento e confiança para ser campeã, garante Saka
-
'Precisamos ter humildade', diz Otamendi sobre a atual campeã Argentina
-
Trump chega à cúpula do G7 após acordo com Irã e com foco na Ucrânia
-
Pausa para hidratação na Copa do Mundo: saúde ou interesse comercial?
-
Guerra contra Irã livrou Israel de ameaça de 'destruição nuclear', diz Netanyahu
-
Estreito de Ormuz será 'completamente aberto' na 6ª após acordo com Irã, diz Trump
-
Líder palestino Mahmoud Abbas anuncia eleições presidenciais em 2027
-
Espanha empata sem gols com Cabo Verde na estreia de Yamal em Copas
-
Atalanta anuncia Maurizio Sarri como novo técnico
-
Michael Olise, o diamante misterioso da França
-
Os dirigentes iranianos eliminados durante a guerra no Oriente Médio
-
Justiça britânica revisará condenação de jovem sikh que matou estudante
-
Flamengo culpa Bielsa e Uruguai por lesão de Arrascaeta
-
França e seu trio mágico entram em cena na Copa do Mundo
-
Tiago Splitter se aproxima de acordo para comandar o Chicago Bulls
-
Dirigentes da Tunísia discutem futuro do técnico Sabri Lamouchi
-
Cristiano Ronaldo e sua última chance de levantar a Copa do Mundo
-
Acordo entre Irã e EUA representa uma 'catástrofe' para Israel, afirmam analistas
-
Limpeza das arquibancadas, o elogiado costume japonês que marca presença na Copa
-
ONU renova por um ano sua missão no Afeganistão
-
Província argentina sem água, mas repleta de geleiras, mede o custo da mineração
-
Trump ameaça taxar vinhos franceses em 100% devido ao imposto digital
-
Colômbia elege seu rumo econômico no segundo turno das presidenciais
-
Justiça britânica confirma em recurso proibição do grupo Palestine Action
-
Argentina vislumbra bicampeonato na sexta Copa do Mundo de Messi
-
Jogador espanhol Rafa Mir é condenado a 8 anos e meio de prisão por agressão sexual
-
Espanha e Uruguai estreiam na Copa do Mundo em meio a holofotes para Irã
-
OMS e Lula pedem ao G7 que conclua tratado sobre pandemias
-
Terapia musical: concertos de música clássica em Nova York para pessoas com demência
-
Real Madrid confirma acordo com Chelsea por espanhol Marc Cucurella
Em gesto conciliador, Leão XIV reautoriza a missa tradicionalista no Vaticano
O papa Leão XIV reautorizou a celebração da missa "tradicionalista" em latim no Vaticano com o padre de costas, em um gesto para apaziguar as divergências dentro da Igreja Católica após a restrição imposta por seu antecessor, Francisco.
Pela primeira vez desde 2021, a cerimônia "tridentina" retornará à Basílica de São Pedro na tarde de sábado, pelas mãos do cardeal americano ultraconservador Raymond Burke, um dos mais ferrenhos opositores do falecido pontífice argentino.
Os tradicionalistas prezam a forma antiga e enigmática de missa que prevalecia antes de sua modernização no final da década de 1960: celebrada em latim por um padre que não oficia diante dos fiéis; também se caracteriza pelo uso de incenso e canto gregoriano.
No entanto, no final de 2021, Francisco a restringiu sob condições estritas, temendo que fosse usada para rejeitar o legado do Concílio Vaticano II (1962-1965), que reformou e modernizou a Igreja.
Apesar da hesitação em sua implementação, este decreto papal, que tem o nome "Traditionis Custodes", provocou a ira de alguns católicos ligados a esta liturgia, que denunciaram sua marginalização injustificada.
Nesse contexto, o sinal verde de Leão XIV é "um sinal muito forte dirigido ao setor conservador", explicou à AFP François Mabille, diretor do Observatório Geopolítico da Religião.
"Talvez as tensões dentro da Igreja Católica sejam mais fortes do que se poderia imaginar há alguns meses", acrescentou.
- Estratégia de equilíbrio -
Eleito pontífice em 8 de maio, o americano-peruano Robert Francis Prevost herdou a delicada missão de unificar uma instituição profundamente dividida em questões sociais, como o acolhimento de imigrantes e o lugar das mulheres.
Em seus 12 anos de pontificado, seu antecessor argentino irritou os conservadores com suas decisões, por vezes consideradas políticas, especialmente dentro do episcopado americano.
O cardeal Burke, que presidirá a missa de sábado, criticou-o abertamente, a ponto de ser submetido a medidas disciplinares.
Desde sua eleição, Leão XIV segue a linha de Bergoglio com um uma abordagem voltada para o foco social, em favor dos pobres, dos imigrantes e do meio ambiente.
Em setembro, a realização de uma peregrinação LGBTQIA+ pelo Vaticano como parte do Jubileu, o "Ano Santo" da Igreja, reacendeu as críticas à "guinada ideológica" da Santa Sé, quando bandeiras do arco-íris foram vistas sob o dourado da Basílica de São Pedro.
No entanto, ao mesmo tempo, Leão ofereceu garantias aos círculos conservadores, como a escolha do cardeal guineense Robert Sarah, que vê a imigração como uma ameaça à identidade cristã da Europa, como enviado especial para uma peregrinação à Bretanha.
O retorno da missa tridentina ao Vaticano constitui "um gesto de apaziguamento, isto é, de que todos fazem parte da Igreja: todas as categorias devem ser aceitas e acolhidas", observou Martin Dumont, historiador e secretário-geral do Instituto de Pesquisa para o Estudo das Religiões.
Sinônimo de sua estratégia de unificação, a mensagem do papa parece clara: a missa tradicionalista tem seu lugar, desde que não questione o legado do Concílio Vaticano II.
Mas a linha entre a liturgia e a política é tênue.
Em entrevista publicada em setembro, o pontífice reconheceu que a questão era "muito complicada" e que, "infelizmente, fazia parte de um processo de polarização".
"Alguns usaram a liturgia como pretexto para promover outras questões. Tornou-se uma ferramenta política e isso é muito lamentável", disse ele.
D.Cunningha--AMWN