-
Abel Ferreira é suspenso por três jogos após chutar microfone
-
McLaren 'avança muito bem' para 2027, diz seu diretor técnico
-
Americana é detida no México acusada de fornecer armas para o tráfico
-
Antonelli faz o melhor tempo no segundo treino livre para o GP da Espanha de F1
-
Emirados usaram IA contra especialistas da ONU sobre Sudão, diz Anthropic
-
Filme brasileiro é premiado no Festival de Veneza
-
Presidente colombiano remove das redes sociais vídeos de corpos após ordem judicial
-
Ataques russos a postos de gasolina em Kiev deixam 2 mortos
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Rebeldes houthis do Iêmen tomam estratégico Estreito de Bab el-Mandeb
-
Aeroporto de Nashville, nos EUA, será renomeado em homenagem a Dolly Parton
-
EUA recorda os atentados de 11 de setembro 25 anos depois
-
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
-
Economia da França 'perde fôlego' antes de ano eleitoral incerto
-
Guarda Costeira das Filipinas recupera 30 corpos após incêndio em balsa
-
Trump diz que EUA nunca esquecerá o 11 de Setembro: 'É por isso que lutamos hoje'
-
PF investiga Flávio Bolsonaro por suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro
-
Inflação dos EUA se mantém estável em agosto, a 3,4%
-
Profecia bíblica: o que faz as nações do Pacífico Sul abrirem embaixadas em Jerusalém?
-
Festival de Cinema de Toronto começa com ativismo político em alta
-
Houthis do Iêmen tomam o controle de ilha crucial com acesso ao Mar Vermelho
-
Reconstrução após desastre no Himalaia tem custo estimado de US$ 4,78 bilhões, diz Nepal
-
Nova York recorda os atentados de 11 de setembro sem Donald Trump
-
Procurador do TPI atribui ataques de Trump a 'mal-entendido' sobre o trabalho do tribunal
-
Houthis do Iêmem tomam o controle de ilha crucial com acesso ao Mar Vermelho
-
Irã desafia Trump antes das eleições americanas de meio de mandato
-
Hong Kong condena ativistas pró-democracia a penas de entre 5 e 7 anos de prisão
-
Rebeldes houthis do Iêmem tomam o controle de ilha com acesso ao Mar Vermelho
-
Emma Bonino, ícone do feminismo italiano, morre aos 78 anos
-
Vice-presidente dos Estados Unidos afirma que democratas são o 'partido do ódio'
-
Rybakina vence Gauff de virada e vai à final do US Open contra Sabalenka
-
China e Irã estão entre países que utilizaram IA para espionagem, diz Anthropic
-
Flamengo vence Del Valle (2-0) e encaminha vaga na semifinal da Libertadores
-
Sabalenka vence Pegula e lutará pelo tri no US Open
-
Sabalenka vence Pegula lutará pelo tri no US Open
-
Putin chega à Índia para cúpula do Brics marcada por tensões geopolíticas
-
Mulher de Maduro pede prisão domiciliar nos EUA por problemas cardíacos
-
Bayern e Manchester United começam com goleadas previsíveis na Champions
-
Técnico do Fenerbahçe pede demissão após ser atingido por garrafa, mas clube não aceita
-
Filme sobre Bolsonaro está no olho do furacão, em meio a campanha eleitoral
-
Bayern Munich acorda no 2º tempo e atropela Bodo/Glimt na Champions
-
Manchester United goleia estreante Sabah na Champions
-
Carney diz que Canadá está pronta para acordo comercial "justo" com EUA
-
Psiquiatra diz em julgamento que medicação de Maradona era adequada para seu quadro
-
Marrocos nega envolvimento na invasão maciça de migrantes em Ceuta
-
O que se deve saber sobre a promessa de US$ 5 mil de Trump
-
Após vitória em Monza, Antonelli prega cautela no GP da Espanha de F1
-
Canadá anuncia ajuda milionária à Ucrânia durante visita de Zelensky
-
Documentário 'NAZA' leva a Veneza depoimentos das forças israelenses sobre massacres com IA em Gaza
-
Rubio encerra no Peru viagem pela América Latina centrada no combate ao narcotráfico
Telegram alerta para 'ataque à democracia' por lei contra desinformação no Brasil
O Telegram alertou, nesta terça-feira (9), que "a democracia está sob ataque no Brasil" devido ao PL das Fake News, o projeto de lei contra a desinformação online defendido pelo governo Lula, que ameaçou tomar “medidas legais” contra a plataforma.
"O Brasil está prestes a aprovar uma lei que irá acabar com a liberdade de expressão", disse a empresa em uma mensagem divulgada em sua plataforma sobre a iniciativa, cuja votação no Congresso foi adiada sem data.
De acordo com o comunicado, o projeto "dá ao governo poderes de censura sem supervisão judicial prévia".
Por isso, é "uma das legislações mais perigosas consideradas no Brasil", contrária aos ‘direitos humanos fundamentais”, indica o texto.
A queixa do Telegram se soma a publicações do Google há uma semana em seu site, nas quais advertia que a lei poderia piorar a internet e "aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira" no país.
O governo, que obrigou o Google a retirar as mensagens e o acusou de promover uma "campanha abusiva e enganosa", também criticou o serviço de mensagens.
“Inacreditável! Telegram desrespeita as leis brasileiras e utiliza sua plataforma para fazer publicidade mentirosa contra o PL2630. As medidas legais serão tomadas”, escreveu no Twitter o ministro Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social.
"Empresa estrangeira nenhuma é maior que a soberania do nosso país", acrescentou.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, também anunciou ações legais "contra esse império de mentiras e agressões".
Em sua mensagem, o Telegram chama os usuários a falar com os deputados para que se envolvam e mudem a situação.
O Telegram tem enfrentado problemas no Brasil. Em 27 de abril, a justiça ordenou a suspensão do aplicativo por não entregar às autoridades dados solicitados de grupos neonazistas que supostamente atuam na plataforma, no âmbito de uma investigação relacionada à violência nas escolas.
Dois dias depois, a decisão foi revertida por um juiz de segunda instância, que considerou que a ordem não era razoável.
Este projeto de lei foi apresentado há três anos, como um esforço para lidar com a avalanche de desinformação online, e já conta com a aprovação do Senado.
Mas ganhou notoriedade recentemente, depois que os partidários do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília no dia 8 de janeiro, supostamente incitados pela desinformação nas redes, com alegações de que Lula havia derrotado Bolsonaro nas urnas de forma fraudulenta em outubro de 2022.
Em seu tweet, Dino interpelou o Telegram: "O que pretendem? Provocar um outro 8 de janeiro?"
Ch.Havering--AMWN