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Chegou o Oscar: 'O Agente Secreto' é um dos favoritos na categoria internacional
O tapete vermelho e as cortinas douradas estão prontos para o grande encerramento da temporada de premiações de Hollywood. O Oscar é realizado neste domingo (15) com o último duelo entre "Uma Batalha Após a Outra" e "Pecadores", favoritos à estatueta de Melhor Filme, e "O Agente Secreto" como um dos favoritos na categoria internacional.
A 98ª edição da cerimônia, apresentada pelo humorista Conan O'Brien, incluirá momentos eletrizantes e comoventes, como a apresentação ao vivo da canção indicada por "Guerreiras do K-pop", e uma homenagem ao ator Robert Redford, falecido no ano passado. E, acima de tudo, promete um desfecho imprevisível.
Uma disputa acirrada será a de Melhor Filme Internacional, na qual o norueguês "Valor Sentimental", com um total de nove indicações, e o brasileiro "O Agente Secreto", com quatro, despontam como favoritos. "É a categoria mais difícil deste ano", disse à AFP Clayton Davis, especialista em prêmios da Variety.
Ele destaca, por um lado, a popularidade que o ator Wagner Moura ganhou, protagonista do drama dirigido por Kleber Mendonça Filho e também indicado a Melhor Ator, assim como o fato de que ambos os filmes concorrem na categoria principal de Melhor Filme.
"É um grande dia de celebração (...) e estamos muito felizes. Hoje é como se fosse a conclusão de um momento de muito trabalho e muita alegria", disse Kleber Mendonça Filho à AFP no tapete do Oscar.
Gabriel Domingues, indicado à categoria Melhor Seleção de Elenco por "O Agente Secreto", afirmou à AFP que é uma "noite de celebração muito forte porque as pessoas lutaram muito para estar aqui", referindo-se ao primeiro prêmio de "casting" da história da Academia.
"É um filme que fala sobre memória e esquecimento e é algo muito atual", comentou Emilie Lesclaux, produtora do filme.
- "Pecadores" e "Uma Batalha Após a Outra" -
"Não saberemos quem vai ganhar até que o último envelope seja aberto", disse Davis.
Dirigido por Ryan Coogler, "Pecadores" chega na frente com um recorde de 16 indicações, enquanto o retrato de Paul Thomas Anderson de um Estados Unidos contemporâneo, "Uma batalha Após a Outra", vem logo atrás com 13 indicações.
Davis afirmou que ambos os filmes, que dominaram a temporada de premiações, "desfrutam de muito respeito na indústria" e, matematicamente, têm chance de se tornar o maior vencedor de todos os tempos.
Os filmes com mais estatuetas são Ben-Hur (1959), "Titanic" (1997) e "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" (2003), com onze prêmios.
"Pecadores", que aborda o conflito racial que historicamente permeou a sociedade americana, também se beneficia de seu sucesso de bilheteria, opina Davis. Mas os gêneros que incluem terror ou musical não são tradicionalmente favoritos no Oscar.
O mesmo acontece com "Uma Batalha Após a Outra", que acompanha o desespero de um ex-guerrilheiro quando o passado volta para acertar as contas em um contexto marcado por tensões entre supremacistas brancos, ativistas e imigrantes, e que fez campanha como comédia.
- "Já passou da hora" -
Na categoria de direção, a Academia vai premiar Anderson, que nunca ganhou um Oscar apesar de acumular 14 indicações? Ou Coogler, tornando-o o primeiro diretor negro a vencer nessa categoria na história do prêmio?
"Se você seguir as estatísticas, eu diria que Paul Thomas Anderson vai ganhar sem dúvida", disse o colunista.
"No entanto, falei com muitos eleitores (...) e o carinho por Coogler é inegável".
Um eleitor anônimo disse à AFP que vê a balança pender a favor de Anderson.
"Já passou da hora. Acho que a Academia vai homenagear Anderson", comentou, destacando seu aclamado currículo. "Isso não significa que Ryan Coogler não mereça da mesma forma".
Davis não descarta um cenário em que um ganhe Melhor Diretor e o outro Melhor Filme, um desfecho pouco frequente, mas que se tornou mais comum.
- Atuação -
Os atores também estão roendo as unhas a poucos dias da cerimônia de premiação no Teatro Dolby, em Hollywood. O único consenso nas previsões parece ser a provável vitória de Jessie Buckley como Melhor Atriz, por sua mãe em luto em "Hamnet".
Michael B. Jordan, com um duplo papel em "Pecadores", ganhou impulso depois de destronar o favorito Timothée Chalamet no prêmio do Sindicato dos Atores de Hollywood há duas semanas.
Mas Davis não descarta facilmente Chalamet, que cativou o público em "Marty Supreme", mas foi criticado durante o período de votação por comentários que menosprezavam a ópera e o balé como expressões artísticas.
Também estão na disputa Leonardo DiCaprio ("Uma Batalha Após a Outra") e Ethan Hawke ("Blue Moon").
Na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, Teyana Taylor, que deu vida à indomável revolucionária Perfidia Beverly Hills em "Uma Batalha Após a Outra", está cabeça a cabeça com Amy Madigan, que interpreta a perversa bruxa de "A Hora do Mal". Davis também considera Wunmi Mosaku, de "Pecadores", uma forte candidata.
Entre os indicados como Melhor Ator Coadjuvante, a preferência parece se inclinar para Sean Penn, que interpreta um rígido militar, vilão em "Uma Batalha Após a Outra".
No entanto, Davis acredita que sua ausência em várias cerimônias da atual temporada de prêmios pode ter afetado suas chances, e destaca a concorrência do sueco Stellan Skarsgard ("Valor Sentimental") e do veterano Delroy Lindo ("Pecadores").
A 98ª edição do Oscar começará às 16h00 de Los Angeles (20h em Brasília).
Th.Berger--AMWN