-
Insatisfeito, Benzema deixa Al-Ittihad e assina com rival Al-Hilal
-
Sunderland vence Burnley (3-0) e é 8º na Premier League
-
Governo Milei anuncia libertação de um dos argentinos presos na Venezuela
-
Roma perde na visita à Udinese (1-0) e fica em 5º lugar no Italiano
-
Presidente eleita da Costa Rica diz contar com Bukele em sua estratégia contra o narcotráfico
-
Atlético de Madrid contrata meio-campista mexicano Obed Vargas
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Trump anuncia acordo comercial com Índia após conversa com Modi
-
Seleção feminina do Brasil fará amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México
-
Relação entre Colômbia e EUA 'será relançada' com visita de Petro, diz chanceler
-
Crystal Palace contrata atacante norueguês Larsen em 'transferência recorde' para o clube
-
França aprova orçamentos para 2026 após meses de debates
-
A improvável trajetória dos Patriots e dos Seahawks até a revanche no Super Bowl
-
Presidente da Autoridade Palestina convoca primeiras eleições ao Parlamento da OLP
-
'Fiz o possível e o impossível' para voltar ao Flamengo, diz Paquetá
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Mamadou Sarr retorna ao Chelsea após período de empréstimo no Strasbourg
-
Pacientes palestinos começam a chegar ao Egito após abertura limitada da passagem de Rafah
-
Napoli contrata por empréstimo o atacante brasileiro Alisson Santos, do Sporting
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
-
Irã se prepara para negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Chile, México e Brasil impulsionam candidatura de Bachelet para secretária-geral da ONU
-
Milan desiste de contratar Mateta, do Crystal Palace, após exames médicos
-
Juventus reforça defesa com lateral sueco Emil Holm, que estava no Bologna
-
Maracanã vai receber jogo da NFL na temporada de 2026
-
Rússia confirma conversas com Ucrânia na quarta e na quinta-feira em Abu Dhabi
-
Iranianos na Turquia observam de longe agitação em seu país natal
-
Observatório astronômico europeu celebra cancelamento de projeto de hidrogênio verde no Chile
-
Cuba sofreu forte queda no turismo em 2025
-
Incerteza no Congresso dos EUA sobre as negociações orçamentárias
-
Kendrick Lamar: o poeta do rap consagrado no Grammy
-
Russell diz estar 'pronto' para desafiar Verstappen pelo título da F1
-
Começa a limpeza profunda do Juízo Final de Michelangelo na Capela Sistina
-
Verona e Pisa, último e penúltimo do Campeonato Italiano, demitem seus treinadores
-
México reforça operação de busca por mineradores sequestrados
-
Técnico do Chelsea não impõe prazo para retorno de Estêvão, que está no Brasil por motivos pessoais
-
Raphinha sofre lesão muscular e vira desfalque no Barcelona para Copa do Rei
-
Bad Bunny, o fenômeno de Porto Rico no topo do mundo
-
Sarah Ferguson chamou Epstein de 'irmão' em e-mail ao financista
-
Rússia acelerou seus avanços na Ucrânia em janeiro, aponta análise da AFP
-
Agência da UE propõe limitar doses de toxinas no leite em pó
-
Presidente do Irã pede início de negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Trump fechará o Kennedy Center em Washington por dois anos para reformas
-
Roma começa a cobrar turistas pelo acesso à Fontana di Trevi
-
Grammy reforça mensagem contra a polícia migratória dos EUA
-
Laura Fernández, a ponta de lança do modelo Bukele na Costa Rica
-
Fernández, direitista de linha dura, é eleita presidente da Costa Rica
-
Bad Bunny faz história ao levar Grammy de Álbum do Ano
-
Fronteira com Egito reabre a conta-gotas para os palestinos de Gaza
Empresas dos EUA reduzem políticas de diversidade diante do lobby conservador
Assim como a Ford e a Jack Daniel's, a rede de supermercados Walmart se junta à lista de grandes empresas americanas que reduziram suas políticas de diversidade, em meio ao avanço do lobby conservador que foi reforçado pela eleição de Donald Trump.
O Walmart, que tem a maior força de trabalho do setor privado no país, anunciou várias mudanças nesta semana: deixará de usar a sigla DEI (Diversidade, Equidade, Inclusão) e o termo “Latinx” em suas comunicações; encerrará um programa para promover a diversidade entre seus fornecedores; fechará um centro de igualdade racial; e não informará mais os seus dados a uma ONG que classifica as empresas quanto à inclusão LGBTQIAPN+.
As mudanças ocorrem na esteira da vitória do republicano Trump e em meio a uma campanha contra a ideologia "woke".
O termo "woke" (acordado, em tradução livre), usado de forma depreciativa pelos conservadores, refere-se ao pensamento que defende o fim da desigualdade racial, do sexismo e da discriminação anti-LGBTQIAPN+, que ressurgiu após a morte do afro-americano George Floyd, que foi asfixiado até a morte por um policial em 2020.
O movimento "anti-diversidade" foi reforçado pela decisão da Suprema Corte em 2023 de eliminar a ação afirmativa nas universidades, que os conservadores usaram para abrir processos contra empresas ou instituições públicas e tentar impedir seus programas de promoção da diversidade.
- “Apologia ao politicamente correto" -
Os conservadores acusam esses programas de fazer uma "apologia ao politicamente correto” e afirmam que eles prejudicam principalmente os homens brancos.
Robby Starbuck, um ativista e apoiador de Trump de 35 anos, lidera uma cruzada conservadora no mundo corporativo, defendendo a “neutralidade” em questões sociais. Ele se vangloria de ter feito com que empresas como a Ford e a Harley-Davidson retirassem suas políticas inclusivas.
A reversão do Walmart “é a maior vitória até agora em nosso movimento para acabar com o ‘wokismo’ nas empresas americanas”, disse ele em uma mensagem na rede X, na qual associou o aumento das ações do Walmart à decisão.
As empresas que mantêm sua agenda “woke” estão fadadas a fechar as portas, acrescentou.
De acordo com uma pesquisa do Pew Research Center, a proporção de funcionários que acham que sua empresa dá muita atenção a questões de diversidade aumentou de 14% em fevereiro de 2023 para 19% em outubro de 2024.
Uma pesquisa do The Conference Board, um think tank de centenas de empresas, mostra, no entanto, que uma proporção significativa (58%) dos 1.300 funcionários entrevistados acredita que os recursos que sua empresa dedica a essas questões são adequados.
“Os líderes devem se concentrar no que realmente importa para seus funcionários” e "essas iniciativas são cruciais para atrair e reter os talentos atuais e futuros", diz Allan Schweyer, chefe de pesquisa de capital humano do think tank.
- "Maluquices" nas escolas-
Espera-se que a onda conservadora se fortaleça com o retorno do magnata republicano à Casa Branca.
A retórica de Trump é contra principalmente o politicamente correto, que, segundo ele, infecta as escolas ao promover “maluquices” sobre gênero e etnia. O presidente eleito prometeu suspender os subsídios federais para as escolas que promovem essas ideias.
Em março, a Universidade da Flórida, um estado governado pelo conservador Ron DeSantis, encerrou seus programas de promoção da diversidade, seguindo os passos de vários campi em outros estados.
Trump escolheu aliados anti-diversidade, como Stephen Miller, seu vice-chefe de gabinete, que lutou contra programas de diversidade no mundo corporativo por meio de seu grupo conservador de defesa legal America First Legal, para fazer parte de seu futuro governo.
Ele também nomeou Pete Hegseth, um ex-major do Exército dos EUA e atual âncora da Fox News, que é altamente crítico das políticas de diversidade, como secretário da Defesa.
B.Finley--AMWN