-
Raphinha sofre lesão muscular e vira desfalque no Barcelona para Copa do Rei
-
Bad Bunny, o fenômeno de Porto Rico no topo do mundo
-
Sarah Ferguson chamou Epstein de 'irmão' em e-mail ao financista
-
Rússia acelerou seus avanços na Ucrânia em janeiro, aponta análise da AFP
-
Agência da UE propõe limitar doses de toxinas no leite em pó
-
Presidente do Irã pede início de negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Trump fechará o Kennedy Center em Washington por dois anos para reformas
-
Roma começa a cobrar turistas pelo acesso à Fontana di Trevi
-
Grammy reforça mensagem contra a polícia migratória dos EUA
-
Laura Fernández, a ponta de lança do modelo Bukele na Costa Rica
-
Fernández, direitista de linha dura, é eleita presidente da Costa Rica
-
Bad Bunny faz história ao levar Grammy de Álbum do Ano
-
Fronteira com Egito reabre a conta-gotas para os palestinos de Gaza
-
Vencedores das principais categorias do Grammy; Caetano Veloso e Maria Bethânia vencem Melhor Álbum de Música Global
-
Snapchat bloqueia 415.000 contas de menores de 16 anos na Austrália
-
Costa Rica votou para presidente com uma favorita linha-dura contra a violência do narcotráfico
-
Ativista libertado diz que 1.675 dias de prisão são 'dor demais para um ser humano'
-
Inter vence Cremonese e segue líder do Italiano; Juventus goleia Parma
-
PSG vence Strasbourg e se mantém na liderança do Campeonato Francês
-
Arsenal vence Corinthians (3-2) e é o primeiro campeão mundial feminino de clubes
-
Atlético de Madrid chega a acordo com Atalanta para contratar Ademola Lookman
-
Costa Rica vota para presidente com uma favorita linha dura contra narcotráfico
-
Inter vence Cremonese e segue firme na liderança do Italiano
-
Trump se diz otimista sobre acordo com Irã após advertências de Khamenei sobre guerra regional
-
City e Aston Villa deixam Arsenal escapar na liderança, United vence 3ª seguida
-
Com 2 de Guirassy, Dortmund vira sobre Heidenheim e fica a 6 pontos do líder Bayern
-
Israel reabre parcialmente a passagem de Rafah para moradores de Gaza
-
Menino de cinco anos detido pelo ICE em Minneapolis volta para casa
-
Paris FC anuncia contratação do atacante italiano Ciro Immobile
-
Lyon vence Lille e segue embalado no Campeonato Francês
-
United vence terceira seguida e se mantém no G4 do Campeonato Inglês
-
Com golaço de Vini, Real Madrid sofre, mas vence Rayo Vallecano no Espanhol
-
Família mexicana permanece trancada em sua casa em Minneapolis por medo do ICE
-
Negociações sobre a guerra na Ucrânia são adiadas para quarta-feira
-
Paquistão procura autores de ataques separatistas que deixaram quase 200 mortos
-
Costa Rica elege presidente com candidata de direita como favorita
-
Irã compara protestos a 'golpe' e faz alerta contra guerra regional
-
Alcaraz bate Djokovic e é campeão do Aberto da Austrália
-
Israel reabre a passagem de Rafah de maneira limitada
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam ao menos 125 mortos no Paquistão
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Baarcelona vence Elche e se mantén na liderança do Espanhol
-
Líder Arsenal goleia Leeds United; Chelsea vira sobre West Ham
-
Bayern empata com Hamburgo e volta a tropeçar no Campeonato Alemão
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô
-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Irã adverte que seu Exército está 'em alerta máximo' e vê 'avanços' para negociar
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
Fed volta a reduzir juros, mas mostra prudência para o futuro
O Federal Reserve (banco central americano) anunciou, nesta quarta-feira (18), o terceiro corte consecutivo de sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual -- para a faixa entre 4,25% e 4,50% --, em linha com o esperado pelo mercado, mas manifestou prudência em relação ao futuro e isso afetou aos mercados.
A decisão do Comitê de Política Monetária (FOMC) do Fed não foi unânime. A governadora Beth Hammack se posicionou contra a nova redução dos juros em meio a uma recuperação dos índices de inflação.
O Fed, que revisou suas previsões macroeconômicas, assinalou, de todos os modos, que contempla apenas dois cortes de juros de 0,25% cada em 2025, menos que as quatro reduções anunciadas até agora. Também aumentou sua previsão de inflação para o próximo ano, de 2,1% para 2,5%.
Em sua entrevista coletiva, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que, embora "a inflação tenha cedido significativamente nos últimos dois anos [...], segue relativamente alta" em relação à "meta de longo prazo de 2%" perseguida pela entidade.
Além disso, assinalou que o banco central americano está "significativamente perto" de fechar seu ciclo de cortes, pois se aproxima da "taxa neutra", ou seja, o valor inofensivo para a economia, que não é impulsionada nem desacelerada pela taxa de juros de referência.
Nesse contexto, o Fed espera que a meta de 2% de inflação só seja alcançada no fim de 2026.
Esses anúncios surpreenderam Wall Street, que perdeu o que havia ganhado durante o dia e terminou em forte baixa: o Dow Jones caiu 2,58%, o tecnológico Nasdaq, 3,56%, e o S&P 500, 2,95%.
O banco central americano conseguiu controlar a inflação graças a um aumento prolongado dos juros nos últimos dois anos. Após isso, começou a flexibilizar sua política monetária para impulsionar a demanda e sustentar o mercado de trabalho.
Juros altos encarecem o crédito e, assim, desestimulam o consumo e o investimento, o que permite reduzir as pressões sobre os preços. Juros baixos provocam o efeito contrário.
O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) teve um repique para 2,7% anuais em novembro. Enquanto isso, a outra medida da inflação nos Estados Unidos, o PCE, o índice mais acompanhado pelo Fed, será divulgado em 20 de dezembro.
A taxa de desemprego seguirá baixa e praticamente estável em 4,3%, segundo o Fed. Isso é apenas 0,1 ponto percentual acima do dado previsto para o fim do ano.
Assim sendo, a inflação persistente não deverá pesar sobre a atividade econômica, à luz dos dados do banco central.
- A volta de Trump -
Esta é a última decisão de política monetária do Fed antes da chegada de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos em janeiro.
O republicano propõe aumentos generalizadas de tarifas e a deportação em massa de milhões de trabalhadores irregulares.
Esses planos, combinados com a retomada recente dos índices de inflação, geram temor entre os analistas. Muitos deles esperam que os juros se mantenham elevados por mais tempo que o esperado para conter o aumento de preços.
Segundo uma pesquisa com cerca de 500 empresas americanas realizada pela empresa de recursos humanos Resume Templates, 82% das companhias preveem aumentar seus preços se forem estabelecidas novas tarifas pela administração que está por começar.
Trump já anunciou tarifas de 25% aos vizinhos Canadá e México, o que poderia pressionar para cima os preços ao consumidor.
L.Durand--AMWN