-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Rybakina supera Sabalenka e é campeã do Aberto da Austrália
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que Epstein ofereceu ao ex-príncipe Andrew encontro com uma mulher russa
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Presidente da Venezuela anuncia anistia geral e fechamento de temida prisão política
-
Kast pede 'colaboração' a Bukele após visita à megaprisão de El Salvador
-
Tribunal da Espanha ordena que freiras desocupem convento
-
Senado dos EUA aprova projeto de lei que deve encurtar 'shutdown'
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Milhares de pessoas marcham em Minneapolis contra operações anti-imigração nos EUA
-
Lens vence Le Havre (1-0) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
-
Trump diz que Irã 'quer chegar a um acordo' para evitar ataque de EUA
-
Morreu Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de Mim'
-
Cubanos exaustos pela crise apostam no diálogo diante das ameaças de Trump
-
Número de mortos em catástrofe ferroviária na Espanha sobe para 46
-
Primeiros atletas se instalam na vila olímpica em Milão a uma semana dos Jogos de Inverno
-
Fela Kuti será primeiro africano a receber Grammy pelo conjunto da obra
-
Presidente eleito do Chile visita megaprisão de El Salvador para 'estudar' modelo
-
Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, vão começar uma semana depois do previsto
-
Inter Miami contrata atacante Germán Berterame, da seleção mexicana
-
Dinamarquesa Maersk vai operar portos no canal do Panamá
-
Morre Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de mim'
-
Espanhol Albert Riera é o novo técnico do Eintracht Frankfurt
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Fermín López renova com Barcelona até 2031
-
Voto de confiança: costarriquenhos guardam cédulas eleitorais em casa
-
Arsenal tenta afastar pressão em sua luta para conquistar a Premier League após 22 anos
-
Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Procuradora-geral dos EUA ordena detenção de jornalista que interrompeu missa em Minneapolis
-
Panamá negocia com dinamarquesa Maersk operação de portos do canal
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa EUA de 'asfixiar' sua economia
-
Goretzka anuncia saída do Bayern de Munique ao final da temporada
-
Grealish vai 'provavelmente' desfalcar o Everton no restante da temporada
-
Juiz dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Vice-presidente da Comissão Europeia lamenta imagens 'aterrorizantes' de Minneapolis
-
Itália julga seis pessoas por naufrágio de embarcação de migrantes que deixou 94 mortos
-
AIEA se reúne preocupada com segurança nuclear na Ucrânia
-
Colômbia retoma voos de deportação dos EUA antes do encontro entre Petro e Trump
-
Lula é operado de catarata e tem alta após cirurgia 'sem intercorrências'
-
Djokovic vence Sinner em jogo de 5 sets e vai enfrentar Alcaraz na final do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Indicados às principais categorias do Grammy
-
África do Sul e Israel anunciam expulsão de representantes diplomáticos
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
-
Panamá negocia com Maersk para operar no canal após anular contrato com empresa de Hong Kong
-
Forças curdas anunciam acordo 'global' com o governo da Síria
Sanções de Trump na Venezuela, incerteza e recessão à vista
A Venezuela ainda não se recuperou de seu colapso econômico e a possibilidade de uma nova recessão está nas mãos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se ele revogar ou prorrogar as permissões para que as empresas de petróleo internacionais operem no país sancionado.
Nesta semana, Washington anunciou negociações com o governo do presidente Nicolás Maduro, o que levou à libertação de um militar dos Estados Unidos detido em Caracas.
O gesto foi visto como uma possível maneira de prorrogar a licença da gigante de energia Chevron, que expira na próxima terça-feira, assim como as de outras empresas de petróleo, como a espanhola Repsol, a francesa Maurel & Prom e a italiana Eni.
As licenças foram concedidas em 2022 pelo ex-presidente Joe Biden e permitiam a operação das empresas, apesar do embargo ao petróleo imposto por Trump em 2019, durante seu primeiro governo, como parte de sua estratégia para tirar Maduro do poder.
Enquanto as empresas petrolíferas cobravam dívidas, a Venezuela arrecadava quantias substanciais de dinheiro.
- Pingue-pongue -
"Tanto os terceirizados quanto a própria Chevron chegaram a pensar que era o fim, e agora, nos últimos dias, vemos novamente o início do pingue-pongue", disse o economista Francisco Monaldi, da Universidade Rice do Texas, em um fórum sobre o assunto.
"Deve ser muito difícil para eles e para os contratantes em campo saber realmente o que vai acontecer”, acrescentou.
O prazo de saída era 3 de abril, depois foi prorrogado para 27 de maio e, nos últimos dias, o governo americano entrou em contradição.
"Trump autorizou a prorrogação se conseguíssemos fazer algum progresso, se conseguíssemos criar confiança e fizemos isso hoje, portanto a prorrogação será concedida", disse Richard Grenell, negociador de Trump com Maduro, em uma entrevista no podcast de Steve Bannon.
Um dia depois, o secretário de Estado americano EUA, Marco Rubio, anunciou na rede social X que a licença expiraria em "27 de maio".
A palavra final está com o Tesouro americano, de acordo com analistas.
- "Substituídas" -
"Se a projeção para o final do ano era de uma renda total de 16 bilhões de dólares" (91 bilhões de reais), com o fim das licenças isso pode cair para 8 bilhões (45,5 bilhões), acrescentou o economista da Universidade Central da Venezuela, Manuel Sutherland.
A produção e as exportações continuarão. O país aprendeu a contornar as sanções vendendo petróleo bruto com desconto e por meio de triangulação. Maduro garantiu que os trabalhadores estão aptos a operar os campos de petróleo.
"Como acontece com as drogas, sempre haverá um comprador", diz o especialista Elías Ferrer, da Orinoco Research.
A Chevron defende sua permanência na Venezuela. O CEO da empresa, Mike Wirth, disse ao canal Fox News que, se deixasse o país caribenho, o grupo poderia ser substituído por "empresas chinesas e russas".
A Repsol disse em março que buscaria "mecanismos" para continuar operando na Venezuela, onde 84% de seus projetos envolvem gás.
D.Moore--AMWN