-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Presidente da Venezuela anuncia anistia geral e fechamento de temida prisão política
-
Kast pede 'colaboração' a Bukele após visita à megaprisão de El Salvador
-
Tribunal da Espanha ordena que freiras desocupem convento
-
Senado dos EUA aprova projeto de lei que deve encurtar 'shutdown'
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Milhares de pessoas marcham em Minneapolis contra operações anti-imigração nos EUA
-
Lens vence Le Havre (1-0) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
-
Trump diz que Irã 'quer chegar a um acordo' para evitar ataque de EUA
-
Morreu Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de Mim'
-
Cubanos exaustos pela crise apostam no diálogo diante das ameaças de Trump
-
Número de mortos em catástrofe ferroviária na Espanha sobe para 46
-
Primeiros atletas se instalam na vila olímpica em Milão a uma semana dos Jogos de Inverno
-
Fela Kuti será primeiro africano a receber Grammy pelo conjunto da obra
-
Presidente eleito do Chile visita megaprisão de El Salvador para 'estudar' modelo
-
Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, vão começar uma semana depois do previsto
-
Inter Miami contrata atacante Germán Berterame, da seleção mexicana
-
Dinamarquesa Maersk vai operar portos no canal do Panamá
-
Morre Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de mim'
-
Espanhol Albert Riera é o novo técnico do Eintracht Frankfurt
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Fermín López renova com Barcelona até 2031
-
Voto de confiança: costarriquenhos guardam cédulas eleitorais em casa
-
Arsenal tenta afastar pressão em sua luta para conquistar a Premier League após 22 anos
-
Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Procuradora-geral dos EUA ordena detenção de jornalista que interrompeu missa em Minneapolis
-
Panamá negocia com dinamarquesa Maersk operação de portos do canal
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa EUA de 'asfixiar' sua economia
-
Goretzka anuncia saída do Bayern de Munique ao final da temporada
-
Grealish vai 'provavelmente' desfalcar o Everton no restante da temporada
-
Juiz dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Vice-presidente da Comissão Europeia lamenta imagens 'aterrorizantes' de Minneapolis
-
Itália julga seis pessoas por naufrágio de embarcação de migrantes que deixou 94 mortos
-
AIEA se reúne preocupada com segurança nuclear na Ucrânia
-
Colômbia retoma voos de deportação dos EUA antes do encontro entre Petro e Trump
-
Lula é operado de catarata e tem alta após cirurgia 'sem intercorrências'
-
Djokovic vence Sinner em jogo de 5 sets e vai enfrentar Alcaraz na final do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Indicados às principais categorias do Grammy
-
África do Sul e Israel anunciam expulsão de representantes diplomáticos
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
-
Panamá negocia com Maersk para operar no canal após anular contrato com empresa de Hong Kong
-
Forças curdas anunciam acordo 'global' com o governo da Síria
-
Reino Unido insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Chanceler iraniano se diz disposto a negociação nuclear 'em pé de igualdade'
-
Trump indica Kevin Warsh para ser o próximo presidente do Fed
-
Zona do euro registra crescimento de 1,5% em 2025 apesar da tensão com EUA
Projeto de lei orçamentária de Trump encara árduos debates no Senado
A "lei grande e bonita", como o presidente Donald Trump chama seu megaprojeto orçamentário que inclui um enorme alívio fiscal e impostos às remessas, será objeto de árduos debates no Senado devido ao temor de que aumente a dívida dos Estados Unidos.
É o eixo central da agenda política interna de Trump que pode definir seu segundo mandato na Casa Branca, após um primeiro de 2017 a 2021.
O projeto de lei reduz drasticamente o orçamento para financiar uma extensão de seus cortes de impostos de 2017.
Os críticos afirmam que os cortes privarão milhões de americanos pobres de cobertura de saúde.
A proposta inclui um imposto às remessas de 3,5%. Seria aplicado a 40 milhões de pessoas, entre titulares de vistos de residência, trabalhadores temporários e imigrantes em situação irregular, calcula o Centro para o Desenvolvimento Global.
Isso pode reduzir as remessas enviadas através dos bancos e operadores de transferências como Western Union, porque "os imigrantes enviariam menos" e "alguns podem deixar de enviar dinheiro por completo ou recorrer a métodos informais e menos seguros", explica esse fórum de reflexão em um relatório.
- Detratores -
O Senado pode emendar mudanças, mas, no momento, os temas relativos à migração não são o foco do debate.
Ainda assim, o projeto de 1.116 páginas tem detratores.
Os republicanos moderados são relutantes a cortes de gastos no valor de 1,5 bilhão de dólares (8,5 bilhões de reais), enquanto os falcões fiscais o consideram uma bomba relógio da dívida.
O senador Ron Johnson, um dos republicanos opostos ao projeto de lei, declarou à CNN: "Temos (opositores) suficientes para deter o processo até que o presidente leve a sério a redução do gasto e do déficit".
Os democratas, cujo apoio não é necessário se os republicanos mantiverem uma frente unida, denunciam que os cortes fiscais beneficiam sobretudo os ricos às custas de uma classe trabalhadora que já lida com preços altos.
Já a Casa Branca avalia que o projeto de lei estimulará o crescimento econômico.
Várias análises independentes chegaram à conclusão de que até mesmo levando em conta o crescimento, o projeto acrescentará 2,5 e 3,1 bilhões de dólares (14,2 e 17,6 bilhões de reais) aos déficits da próxima década.
O Gabinete Orçamentário do Congresso, de caráter não partidário, concluiu que levará a uma transferência de riqueza dos 10% mais pobres para os 10% mais ricos.
Em 22 de maio, os republicanos conseguiram que a Câmara dos Representantes aprovasse a medida por apenas um voto.
O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, agora pede ao Senado que não modifique muito o projeto, porque qualquer mudança terá que voltar à Câmara Baixa.
- Um prazo ambicioso -
O Senado quer que o projeto de lei chegue à mesa de Trump até 4 de julho, o Dia da Independência dos EUA, um prazo ambicioso, considerando a pequena maioria de três votos dos republicanos e as divergências abertas.
Analistas independentes preveem que cerca de sete milhões de beneficiários do programa de seguro-saúde Medicaid serão privados de cobertura.
As pesquisas mostram que a grande maioria dos americanos se opõe ao corte do Medicaid, inclusive o próprio Trump, assim como alguns republicanos em estados mais pobres que dependem muito da assistência social federal.
Os moderados no Senado também estão preocupados com as mudanças propostas para o financiamento do auxílio-alimentação, que poderiam privar até 3,2 milhões de pessoas do apoio necessário.
Uma coisa é quase certa: o próprio Trump intervirá em algum momento.
Já na segunda-feira, ele usou sua rede Truth Social para denunciar “tantas declarações falsas (que estão sendo) feitas sobre 'THE ONE, BIG, BEAUTIFUL BILL’” e para afirmar falsamente que não cortará o Medicaid.
O bilionário Elon Musk, que não é mais um conselheiro próximo de Trump, o criticou: “Um projeto de lei pode ser grande ou pode ser bonito, mas não sei se pode ser os dois”, disse ele em uma entrevista à CBS.
A.Rodriguezv--AMWN