-
Paquistão anuncia transporte público gratuito em meio à crise energética
-
Com Dembélé inspirado, PSG vence Toulouse e reforça liderança no Francês
-
Trump pede ao Congresso US$ 152 milhões para reabrir Alcatraz
-
Artemis e Apollo compartilham o mesmo prédio... E lições de física
-
Fora da Copa e sem representantes na Champions, Itália volta a viver futebol com retorno da Serie A
-
Sem Kane e antes das quartas da Champions, Bayern busca do 100º gol no Alemão
-
Investigação jornalística revela suposta campanha midiática russa contra Milei na Argentina
-
City e Liverpool duelam por vaga na semifinal da Copa de Inglaterra
-
Zelensky denuncia 'escalada' após morte de 10 pessoas em ataques russos na Ucrânia
-
Rússia fez avanço territorial mínimo na Ucrânia em março, algo inédito desde 2023
-
Cuba começa a libertar presos após concessão de indulto
-
'A Espanha não é um país racista', diz Arbeloa após cânticos islamofóbicos em amistoso contra o Egito
-
Arteta quer que derrota na Copa da Liga sirva de incentivo para Arsenal
-
'Ultrapassou os limites': Chelsea afasta Enzo Fernández por 2 jogos
-
Técnico do Barça diz que Rashford tem 'grande oportunidade' com lesão de Raphinha
-
Alisson será desfalque no Liverpool contra o PSG nas quartas da Champions
-
Reconstrução será total: Gattuso não é mais técnico da Itália
-
Casa Branca solicita orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão
-
EUA aumenta criação de postos de trabalho e desemprego recua a 4,3%
-
Da Argentina a Miami: febre do padel cruza fronteiras
-
Filipinos comparecem em massa à procissão de Sexta-feira Santa, apesar de alta do combustível
-
Paris suspende 31 monitores escolares por supostos abusos sexuais
-
Toyota bZ7: Luxo elétrico na China
-
Ucrania acusa Rússia de lançar quase 500 drones e mísseis
-
Chefe da junta militar de Mianmar permanece no poder, agora como presidente
-
Hegseth demite chefe do Estado-Maior do Exército
-
EUA: chefe do Estado-Maior do Exército renuncia após exigência de Hegseth
-
Coreia do Norte organizará funeral para soldados mortos na guerra da Ucrânia
-
Cuba, sob forte pressão dos EUA, anuncia indulto de 2.010 presos
-
Irã ataca Israel e Trump ameaça bombardear pontes e usinas elétricas
-
Empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho é presa no Paraguai
-
Comitê de urbanismo aprova salão de baile de Trump bloqueado pela Justiça
-
Secretário de Defesa dos EUA pede renúncia de chefe do Estado-Maior do Exército
-
Quatro astronautas seguem rumo à Lua pela primeira vez em 50 anos
-
Barcelona volta a golear Real Madrid (6-0) e vai à semifinal da Champions feminina
-
Nova missão de flotilha pró-palestinos partirá da Espanha neste mês
-
Atlético de Madrid e Barcelona se enfrentam no Campeonato Espanhol de olho na Champions
-
Faltando 7 rodadas, o Lens conseguirá superar o PSG na luta pelo título francês?
-
Rússia não fez nenhum avanço territorial na Ucrânia em março, algo inédito desde 2023
-
Mais de 40 países pedem a Irã 'reabertura imediata' de Ormuz
-
De Zerbi diz que continuará no Tottenham na próxima temporada 'aconteça o que acontecer'
-
'Pequeno Príncipe' comemora 80 anos com uma versão cheia de cor
-
Polícia divulga vídeo de câmera corporal da prisão de Tiger Woods
-
Real ou fabricado? A IA, mais um ator da guerra no Irã
-
Acusação pede prisão condicional à atriz Isabelle Adjani por fraude fiscal na França
-
Trump demite procuradora-geral Pam Bondi
-
Ingressos 'impagáveis': a frustração de uma família mexicana às vésperas da Copa do Mundo
-
Quatro astronautas seguem para a Lua pela primeira vez em 50 anos
-
Trump pede boicote a shows de Bruce Springsteen
-
Presidente da Uefa ameaça tirar Euro 2032 da Itália se estádios não forem modernizados
Zelensky denuncia 'escalada' após morte de 10 pessoas em ataques russos na Ucrânia
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, denunciou, nesta sexta-feira (3), uma "escalada" após a morte de dez pessoas em um dia marcado por uma onda de ataques russos em todo o país.
Segundo o ministro das Relações Exteriores ucraniano, Andrii Sibiga, cerca de 500 drones e mísseis de cruzeiro cruzaram o território ucraniano durante o dia, enquanto a maioria dos ataques costuma ocorrer à noite.
O ataque contra vários pontos do país começou na manhã desta sexta, enquanto Zelensky falava por telefone com o papa Leão XIV.
"Os russos não fizeram mais que intensificar seus ataques, transformando o que deveria ter sido o silêncio no céu em uma escalada", disse o presidente.
"Esta é a segunda resposta da Rússia à nossa proposta de trégua de Páscoa", denunciou.
Uma pessoa morreu em Bucha, perto de Kiev, uma em Kherson (sul), três na região de Sumy (norte), uma na região de Jitomir (centro) e duas em Kharkiv, a grande cidade próxima da linha de frente no leste, informaram as autoridades regionais.
Além disso, em Kramatorsk, outra cidade no leste perto do front, "os russos lançaram cinco bombas aéreas", deixando ao menos dois mortos e três feridos, informou o chefe da administração regional militar, Vadim Filashkin.
- Cortes de eletricidade -
Em Kiev, habituada aos ataques aéreos em quatro anos de guerra, muitos moradores não se alteraram, embora canais do Telegram próximos do exército tenham informado sobre dezenas de drones voando para a capital.
Segundo a primeira-ministra, Yulia Sviridenko, houve cortes de eletricidade nas cidades de Kiev, Cherkasy (centro) e Jitomir (centro-oeste).
Moscou iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia em fevereiro de 2022, o conflito armado mais sangrento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial, que deixou centenas de milhares de mortos dos dois lados.
O presidente ucraniano convidou a Kiev os emissários americanos para reativar as conversações, sugerindo que atuem como mediadores entre os dois beligerantes.
Mas agora, as atenções de Washington estão concentradas na guerra no Oriente Médio, desencadeada pelos ataques israelenses-americanos contra o Irã, em 28 de fevereiro.
"A delegação fará tudo o possível, nas condições atuais, durante a guerra com o Irã, para vir a Kiev", disse Zelensky a um grupo de jornalistas, inclusive da AFP.
"É uma opção alternativa para uma reunião trilateral ao nível dos grupos técnicos. O grupo americano pode vir para nossa casa e, depois, após estar conosco, se dirigir a Moscou", acrescentou.
Os diálogos dos últimos meses entre Estados Unidos, Ucrânia e Rússia não tiveram nenhum resultado tangível para pôr fim à guerra.
P.Costa--AMWN