-
Incêndio em lar de idosos no Chile deixa 16 mortos
-
Zelensky disposto a se reunir com Putin no G20, mas Moscou recusa
-
Trump diz que unificação da Irlanda seria 'fantástica'
-
Monaco empata com Strasbourg e interrompe sequência 100% no Francês
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Zelensky está disposto a se reunir com Putin no G20 em Miami
-
Raphinha está "em outro nivel", destaca Hansi Flick
-
Freiburg é o novo líder do Campeonato Alemão; Dortmund segue 100%
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Guerra no Oriente Médio 'não atende aos interesses comuns', denuncia Xi em reunião do Brics
-
Trump chega à Irlanda para torneio de golfe e reuniões de alto nível
-
PF investiga Flávio Bolsonaro por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro
-
Nasce primeiro filho da cantora Lady Gaga (imprensa)
-
Conversas entre Israel e Líbano em Roma são adiadas para outubro
-
Anthropic revela uso indevido de IA em armas, espionagem e vigilância
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
-
Rebeldes do Iêmen tomam estreito estratégico
-
Descarrilamento de trem deixa 44 feridos no norte da França
-
Siniakova e Townsend vencem torneio feminino de duplas do US Open
-
Abel Ferreira é suspenso por três jogos após chutar microfone
-
McLaren 'avança muito bem' para 2027, diz seu diretor técnico
-
Americana é detida no México acusada de fornecer armas para o tráfico
-
Antonelli faz o melhor tempo no segundo treino livre para o GP da Espanha de F1
-
Emirados usaram IA contra especialistas da ONU sobre Sudão, diz Anthropic
-
Filme brasileiro é premiado no Festival de Veneza
-
Presidente colombiano remove das redes sociais vídeos de corpos após ordem judicial
-
Ataques russos a postos de gasolina em Kiev deixam 2 mortos
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Rebeldes houthis do Iêmen tomam estratégico Estreito de Bab el-Mandeb
-
Aeroporto de Nashville, nos EUA, será renomeado em homenagem a Dolly Parton
-
EUA recorda os atentados de 11 de setembro 25 anos depois
-
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
-
Economia da França 'perde fôlego' antes de ano eleitoral incerto
-
Guarda Costeira das Filipinas recupera 30 corpos após incêndio em balsa
-
Trump diz que EUA nunca esquecerá o 11 de Setembro: 'É por isso que lutamos hoje'
-
PF investiga Flávio Bolsonaro por suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro
-
Inflação dos EUA se mantém estável em agosto, a 3,4%
-
Profecia bíblica: o que faz as nações do Pacífico Sul abrirem embaixadas em Jerusalém?
-
Festival de Cinema de Toronto começa com ativismo político em alta
-
Houthis do Iêmen tomam o controle de ilha crucial com acesso ao Mar Vermelho
-
Reconstrução após desastre no Himalaia tem custo estimado de US$ 4,78 bilhões, diz Nepal
-
Nova York recorda os atentados de 11 de setembro sem Donald Trump
-
Procurador do TPI atribui ataques de Trump a 'mal-entendido' sobre o trabalho do tribunal
-
Houthis do Iêmem tomam o controle de ilha crucial com acesso ao Mar Vermelho
-
Irã desafia Trump antes das eleições americanas de meio de mandato
-
Hong Kong condena ativistas pró-democracia a penas de entre 5 e 7 anos de prisão
-
Rebeldes houthis do Iêmem tomam o controle de ilha com acesso ao Mar Vermelho
-
Emma Bonino, ícone do feminismo italiano, morre aos 78 anos
'Trumpapalooza' põe à prova aposta republicana nas eleições de meio de mandato
Os republicanos dos Estados Unidos se reúnem esta semana em Dallas, no Texas (sul), para se mobilizar em torno de Donald Trump, em busca de manter o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato, em novembro, apesar da popularidade baixa do presidente.
O "Trumpapalooza", previsto para 9 e 10 de setembro, assim nomeado por seus organizadores em alusão ao famoso festival internacional de música, busca pôr no centro o legado do presidente, em uma convenção incomum para eleições legislativas.
O panorama para o pleito, que renovará toda a Câmara de Representantes e um terço do Senado não é animador para os republicanos.
A empresa de dados eleitorais Decision Desk HQ prevê que os democratas vencerão na Câmara dos Representantes por 229 assentos a 206, enquanto situa o Senado em 50-50. Os líderes republicanos, no entanto, dobram a aposta em Trump.
"O presidente vai olhar diretamente para a Câmara e vai dizer: 'Eu estou na cédula'" de votação, declarou o líder da Câmara, Mike Johnson, a seus apoiadores no Texas antes do encontro. "Porque, embora seu nome não esteja, seu governo, seu legado, a agenda dos Estados Unidos em Primeiro Lugar, estão", acrescentou.
Trump aparecerá nos dois dias no American Airlines Center de Dallas: sua presença será o ato principal de quarta-feira e ele fará o discurso de encerramento na quinta-feira, após a intervenção do vice-presidente, JD Vance.
Em uma postagem nas redes sociais, na qual apresentou o evento como "o maior comício de todos", Trump prometeu uma celebração musical das "tremendas vitórias" do partido e seus "incríveis candidatos".
- Preferem não ir -
Os organizadores esperam destacar a redução de impostos do governo e suas políticas contra a imigração, e apresentar os democratas como esquerdistas extremos, uma estratégia que traz riscos.
A aprovação de Trump se situa em torno de 33% em meio a uma inflação persistente, preços elevados do combustível, uma guerra impopular com o Irã e uma custosa disputa comercial com o Canadá.
Vários candidatos republicanos, cujas disputas vão determinar o controle do Congresso, parecem hesitantes a participar da celebração. Uma pesquisa do site Politico com mais de 70 legisladores e candidatos revelou que a maioria não planejava participar ou ainda não se comprometeu a fazê-lo, enquanto outros se negaram a revelar seus planos.
Alguns republicanos vulneráveis mencionaram compromissos de campanha, debates ou obrigações familiares, enquanto outros se queixaram privadamente de que lhes foi pedido pagar pelo menos 25.000 dólares (aproximadamente R$ 127.000) para assistir.
Johnson admitiu que alguns estarão ausentes, mas insiste que a maioria dos republicanos fará pelo menos uma aparição. "Temos uma oportunidade real de desafiar a história e vencer as eleições de meio de mandato", afirmou Johnson em um vídeo promocional do evento.
- Futebol americano -
As duas noites da convenção coincidem com as partidas de abertura da temporada da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL), o que poderia obrigar o espetáculo estelar de Trump no horário de maior audiência a competir com um dos eventos esportivos mais populares dos Estados Unidos.
Os organizadores republicanos refutaram as sugestões de que o evento tenha sido mal programado e sustentam que servirá para energizar os ativistas, arrecadar fundos e dar aos candidatos uma exposição nacional valiosa.
A convenção também está sendo usada como uma grande oportunidade de arrecadação: segundo informes, foi oferecida aos doadores uma fotografia com Trump por 88.600 dólares (R$ 450.531), enquanto o acesso à mesa redonda com o presidente custa 250.000 dólares (R$ 1,27 milhão). Para os republicanos, no entanto, a maior aposta é política.
Sua estratégia para novembro depende de convencer milhões de eleitores que apoiaram Trump em 2024 a votarem agora que ele não aparece realmente na cédula. Buscam, inclusive, captar os independentes, que têm se mostrado cada vez mais desencantados com sua gestão.
O consultor republicano Matt Klink, que trabalhou em centenas de campanhas políticas em três décadas, disse que Trump poderia ser tanto um obstáculo quanto uma ajuda em novembro segundo o estado.
"Alguns candidatos seguirão abraçando Trump, enquanto outras campanhas em estados-chave estão avaliando até que ponto devem se identificar com ele, em meio às preocupações com a inflação, a guerra com o Irã e seus frágeis índices de aprovação", declarou à AFP.
"Os republicanos não podem romper com Trump porque os democratas e a mídia não lhes permitirão. Mas podem, sim, trabalhar para se concentrar nas prioridades locais e apresentar os democratas rivais como extremistas radicais", acrescentou.
P.Costa--AMWN