-
'Não tem muito o que falar, é trabalhar', diz Vini Jr. após empate do Brasil com Marrocos
-
Candidatos presidenciais na Colômbia encerram campanhas com comícios no fim de semana
-
Brasil empata com Marrocos (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo de 2026
-
Vitinha destaca 'qualidade' de Portugal, mas descarta favoritismo na Copa
-
Equador pode gerar 'perigo a qualquer momento', alerta técnico da Costa do Marfim
-
Catar arranca empate nos acréscimos com Suíça (1-1) na Copa do Mundo
-
Argentina faz primeiro treino com zagueiro Marcos Senesi
-
Calor extremo põe à prova preparativos da França para Copa do Mundo
-
Uruguai aposta na 'intensidade' para estreia na Copa contra a Arábia Saudita
-
Kane destaca 'excelente preparação' da Inglaterra para estreia na Copa contra a Croácia
-
Presidente da FIA quer carros mais leves e menos caros na F1
-
De Minaur avança à final do ATP 250 de 's-Hertogenbosch; Medvedev cai nas semis
-
Raducanu lutará pelo título em casa contra Vekic na final do torneio de Queen's
-
Shelton e Fritz farão final 100% americana em Stuttgart
-
Astro da NBA James Harden é preso em Houston por porte ilegal de arma
-
Trump afirma que acordo com Irã será assinado no domingo e Ormuz permanecerá aberto
-
Curaçao estreia na Copa do Mundo desafiando dois gigantes: Alemanha e Neuer
-
Roubo de material de treino da Inglaterra em Kansas City está sob investigação oficial
-
Serena Williams disputará as duplas com Karolina Muchova no Aberto de Berlim
-
Remoção do nome de Trump da fachada do Kennedy Center é concluída
-
Reis da Suécia celebram bodas de ouro
-
George Russell faz a pole do GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Luka Modric, o rosto eterno da Croácia
-
Anthropic suspende acesso à sua IA mais poderosa por ordem do governo dos EUA
-
Harry Kane, artilheiro e capitão insubstituível da Inglaterra
-
Governo de Gana protesta contra visto canadense negado a Thomas Partey
-
Paquistão afirma que Irã e EUA estão próximos de acordo de paz
-
Russell lidera treinos livres no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Brasil entra em campo na Copa do Mundo em meio a dúvidas
-
Acordo de paz EUA-Irã provavelmente será finalizado em 24 horas, diz Paquistão
-
Juiz nega recurso para impedir retirada do nome 'Trump' do Kennedy Center
-
Argentino Martín Anselmi é o novo técnico do Elche
-
Polícia dos EUA investiga roubo de material de treino da Inglaterra
-
Pulisic descarta lesão grave após ser substituído na vitória sobre o Paraguai
-
EUA estreia na Copa do Mundo com goleada (4-1) sobre o Paraguai
-
Chefe da gangue venezuelana Tren de Aragua morre em ataque dos EUA
-
Mboko ficará de fora de Wimbledon, mas espera voltar a jogar duplas com Serena
-
Fifa renomeia estádios da Copa do Mundo para ocultar marcas comerciais de terceiros
-
Pressão sobre chefe de gabinete argentino aumenta após dinheiro não declarado
-
Irã e EUA preveem acordo de paz iminente
-
Cadáver é encontrado em frente ao estádio onde a seleção iraniana treina no México
-
França treina diante de 400 torcedores a quatro dias da estreia na Copa
-
McTominay está 'pronto' para estreia da Escócia na Copa contra o Haiti, garante técnico
-
Canadá vive estreia histórica como anfitrião de uma Copa do Mundo
-
Ancelotti avisa que Brasil pode competir "com qualquer seleção do mundo"
-
Canadá estreia na Copa do Mundo em casa com empate (1-1) contra Bósnia
-
Rua em Haia se cobre de laranja para torcer pela 'Oranje' na Copa
-
Nova Jersey homenageia Bruce Springsteen com museu
-
'Ninguém tem medo', diz técnico do Marrocos antes da estreia na Copa contra o Brasil
-
Copa do Mundo de 2026 luta para despertar entusiasmo nos EUA
Cartas para marinheiros franceses são abertas mais de 250 anos depois na Inglaterra
Cartas destinadas a marinheiros franceses durante uma guerra do século XVIII, que nunca foram entregues, foram finalmente abertas e estudadas após mais de 250 anos acumulando poeira.
As cartas não lidas proporcionaram uma visão rara das vidas dos marinheiros e suas famílias no século XVIII, desde a esposa de um alto oficial até uma mãe idosa repreendendo seu filho por não escrever.
A Marinha Real britânica apreendeu as cartas durante a Guerra dos Sete Anos, um conflito entre duas alianças de países europeus que terminou em 1763.
"Eu poderia passar a noite escrevendo para você... Sou sua esposa sempre fiel", escreveu Marie Dubosc a seu marido, Louis Chamberlain, primeiro tenente de um navio de guerra francês em 1758.
Sem que Marie soubesse, o navio de seu marido, o Galatee, havia sido capturado pelos britânicos, conforme descobriram os pesquisadores da Universidade de Cambridge.
Louis nunca recebeu a carta, e sua esposa morreu no ano seguinte, quase certamente antes de os britânicos o libertarem.
Em outra carta datada de 27 de janeiro de 1758, a mãe do jovem marinheiro normando Nicolas Quesnel se queixou de sua falta de comunicação.
"Penso mais em você do que você em mim. De qualquer forma, desejo a você um feliz ano novo cheio de bênçãos do Senhor", escreveu Marguerite, de 61 anos.
"Acredito que estou perto do túmulo, estive doente por três semanas. Cumprimente Varin [um colega do navio], apenas sua esposa me dá notícias sobre você", acrescentou.
Inicialmente consideradas documentos de interesse militar, essas 104 cartas foram por fim transferidas para os arquivos nacionais britânicos, onde ficaram fechadas até chamarem a atenção de um professor de história de Cambridge, Renaud Morieux.
"Pedi a caixa com as cartas só por curiosidade", disse Morieux, cujos resultados foram publicados nesta terça-feira (7) na revista "Annales. Histoire, Sciences Sociales".
Ao receber três pilhas de cartas amarradas com uma fita, Morieux percebeu que era "a primeira pessoa a ler essas mensagens tão pessoais desde que foram escritas".
O historiador identificou cada um dos 181 membros da tripulação do Galatee, com cartas endereçadas a um quarto deles, e também realizou uma pesquisa genealógica sobre os homens e as pessoas que escreveram para eles.
Em 1758, um terço dos quase 60 mil marinheiros franceses foram presos na Grã-Bretanha. Durante toda a Guerra dos Sete Anos, vencida pela aliança liderada pela Grã-Bretanha e pela Prússia, os britânicos capturaram 65 mil pessoas.
Algumas morreram de doenças e desnutrição, embora outras tenham sido libertadas.
"Essas cartas tratam de experiências humanas universais, não são exclusivas da França ou do século XVIII", destacou Morieux.
P.Mathewson--AMWN