-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em meio a crise diplomática
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em plena crise diplomática
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
-
Tudor acha difícil, "mas não impossível", virada do Tottenham contra o Atlético de Madrid
-
Técnico do Newcastle quer que time cresça com pressão do Camp Nou
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba enquanto ilha luta contra apagão em massa
-
Liverpool precisa dar motivos aos torcedores 'para se empolgarem', diz Robertson
-
Guerra no Oriente Médio reacende temores de nova crise do petróleo
-
Sem Finalíssima, Argentina fará amistoso contra Guatemala em Buenos Aires
-
Autoridade antiterrorista dos EUA renuncia em protesto contra a guerra no Irã
-
Cuba restabelece gradualmente energia elétrica após apagão geral
-
México se diz aberto a receber jogos do Irã na Copa do Mundo
-
Starmer insta a manter a atenção na Ucrânia após reunir-se com Zelensky
-
Equador nega suposto bombardeio em território colombiano
-
EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
-
Hansi Flick diz que Barcelona será seu último clube
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por assassinato na França
-
Irã anuncia negociação com a Fifa para fazer seus jogos da Copa no México
-
Auge do uso de drones em guerras gera interesse por sistemas de defesa a laser
-
'Posso morrer presa', diz Cristina Kirchner em megajulgamento por corrupção na Argentina
-
IA não consegue competir com criatividade em Hollywood, diz executivo
-
Dois mortos em epidemia de meningite 'sem precedentes' na Inglaterra
-
Colômbia aposta em asfixiar o narcotráfico com apoio de Equador e Venezuela, diz ministro
-
Gregory Bovino, rosto das batidas migratórias de Trump, anuncia aposentadoria
-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
-
Políticos dinamarqueses procuram eleitores até na sauna
-
Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima abraçado por Obama morre aos 88 anos
-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
-
Israel afirma que matou chefe do Conselho de Segurança do Irã
-
Afeganistão acusa Paquistão por bombardeio que matou quase 400 em centro médico de Cabul
-
Petro denuncia possível bombardeio do Equador em território colombiano
-
Israel bombardeia Teerã e Beirute; Bagdá é alvo de ataques
Suprema Corte permite que Trump revogue proteção legal de mais de 500.000 imigrantes
A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou nesta sexta-feira (30) o governo do presidente Donald Trump a revogar o status legal de 532 mil imigrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela que contavam com a permissão de permanência temporária, conhecida como parole.
A decisão do tribunal, de maioria conservadora, vale até que uma corte de apelação se pronuncie sobre o mérito do caso.
O governo tentou em março revogar o status legal desses imigrantes, que chegaram aos Estados Unidos sob um programa lançado pelo ex-presidente democrata Joe Biden e também chamado de CHNV, iniciais dos países.
Em outubro de 2022, o governo do democrata concedeu permissão para uma cota de venezuelanos entrar legalmente. Em 2023, estendeu a medida a Haiti, Cuba e Nicarágua.
O governo Trump solicitou à Suprema Corte que suspendesse uma ordem da juíza de Boston Indira Talwani que o impediu, em abril, de revogar o status legal dos imigrantes desses quatro países. O tribunal concedeu ao governo essa solicitação.
No bairro Little Havana, em Miami, Johnny Cardona, 63, está triste. "Achei que este governo fosse expulsar pouca gente", disse à AFP.
A poucos quilômetros dali, em frente ao restaurante cubano mais famoso de Miami, Pedro González, 78, também lamentava a decisão da Suprema Corte: "Os criminosos têm que ser deportados, mas tem muita gente que vem trabalhar sem descanso, esses têm o direito de estar aqui."
- 'Consequências devastadoras' -
As juízas progressistas da Suprema Corte Ketanji Brown Jackson e Sonia Sotomayor alertaram para "as consequências devastadoras" de pôr em risco "a vida e os meios de subsistência de quase meio milhão de estrangeiros enquanto suas reclamações legais estão pendentes", segundo o documento.
Os imigrantes "enfrentam, agora, duas opções insuportáveis. Por um lado, podem optar por deixar os Estados Unidos e, desse modo, enfrentar os perigos em seus países de origem", sofrer uma "separação familiar" e, possivelmente, perder qualquer possibilidade de recurso, escreveram.
"Por outro lado, poderiam permanecer nos Estados Unidos [...] e correr o risco de uma expulsão iminente nas mãos de agentes do governo, com as graves consequências que isso representa", insistem as juízas.
Em sua decisão, a juíza de Boston afirmou que o governo faz uma interpretação errada da lei de imigração, já que a expulsão acelerada é aplicada aos estrangeiros que entram de maneira irregular nos Estados Unidos, não a aqueles autorizados a permanecer no país.
O Departamento de Segurança Interna (DHS, sigla em inglês) advertiu que a decisão lhe permite "voltar a expulsar estrangeiros ilegais".
Trump enfrenta os juízes que bloqueiam sua política migratória e, embora a tenha criticado, depositou suas esperanças na Suprema Corte para levá-la adiante.
- Outros casos -
Dias atrás, a Suprema Corte autorizou o governo a cancelar o Status de Proteção Temporária (TPS) de cerca de 350 mil venezuelanos, que os protegia de serem expulsos.
Trump fez campanha prometendo deportar milhões de imigrantes em situação irregular e colocou toda a a máquina da administração a serviço deste objetivo.
A Suprema Corte interveio em abril para bloquear as deportações sumárias de imigrantes venezuelanos para uma prisão de El Salvador invocando a Lei de Inimigos Estrangeiros de 1798.
A administração recorreu de novo ao máximo tribunal para poder deportar outro grupo recluso no Texas (sul) e, em maio, os magistrados bloquearam seus planos porque estimam que não têm tempo suficiente para contestar sua expulsão.
Mas a administração não se dá por vencida e voltou a recorrer à corte, desta vez para que facilite a expulsão de imigrantes ao Sudão do Sul ou para países de onde não são originários.
O governo americano assegura que enviou ao Sudão do Sul, um país em guerra e alvo de uma advertência de viagem do Departamento de Estado, oito imigrantes condenados por crimes violentos, já que seus países de origem se negaram a recebê-los. Entre eles estão dois cubanos e um mexicano.
Y.Nakamura--AMWN